
A Justiça Eleitoral de Mato Grosso do Sul determinou a suspensão imediata de uma pesquisa eleitoral após identificar indícios de irregularidades na sua elaboração e divulgação. A medida foi adotada em caráter liminar pelo desembargador Sérgio Fernandes Martins, no âmbito de uma ação movida pelo diretório estadual do partido AGIR, que questionou a confiabilidade dos dados apresentados.
Segundo a representação, o levantamento realizado pelo Instituto Verita apresentou falhas consideradas graves, como ausência de documentos obrigatórios, inconsistências metodológicas e omissão de pré-candidatos. Um dos pontos centrais destacados na decisão foi a falta do Demonstrativo do Resultado do Exercício referente ao ano anterior, exigido quando a pesquisa é custeada com recursos próprios. A omissão levanta dúvidas sobre a real capacidade financeira da empresa para arcar com os custos declarados.
Ao analisar o caso, o magistrado entendeu que há risco concreto de prejuízo ao processo eleitoral, já que pesquisas influenciam diretamente a percepção do eleitorado. A Justiça determinou a suspensão de qualquer forma de divulgação do conteúdo, inclusive em plataformas digitais, sob pena de multa diária. A medida segue entendimento consolidado de que irregularidades em pesquisas comprometem a transparência e podem distorcer a formação da opinião pública.
Matéria formulada sob a supervisão de Wesley Rodrigues da Silva DRT: 0002089/ms
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