
A deputada Rosana Valle (PL-SP) criticou a condução da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher, afirmando que os trabalhos se transformaram em um ambiente ideologizado. O embate, que ocorreu após quatro horas de sessão, aconteceu em meio a um clima de tensão, no qual, segundo Valle, temas essenciais, como seminários sobre endometriose e outras questões do universo feminino, ficaram de fora.
Segundo a deputada, o tom do debate se distanciou dos problemas práticos e urgentes que deveriam ser o foco. No momento do confronto, Valle disse que, se Erika Hilton adotasse uma postura agressiva, acionaria a Lei Maria da Penha, pois a parlamentar teria “a força de um homem”.
Críticos da fala interpretaram a declaração como um uso distorcido da lei, reservada para proteger mulheres em situação de violência. Já defensores de Valle argumentam que a deputada usou o sistema legal como um meio de expor o desvio da pauta, alertando para o risco de que temas relevantes da mulher sejam relegados ao segundo plano.
O episódio reforça a polarização no colegiado, onde o debate ideológico tem ofuscado questões práticas que, segundo Valle, deveriam ser o centro das discussões. Até o momento, não houve medidas formais, mas o episódio promete seguir mobilizando a agenda política.
Matéria formulada sob a supervisão de Wesley Rodrigues da Silva DRT: 0002089/ms
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