
As divergências judiciais entre a deputada federal Erika Hilton e a influenciadora feminista Isabella Alves Cêpa avançaram para um novo estágio. A ativista apresentou queixa-crime na Justiça de São Paulo, alegando ter sido alvo de calúnia e injúria após declarações da parlamentar, que a classificou como “criminosa” e a associou a ideologias como o nazismo e a Ku Klux Klan.
O embate teve início em 2020, quando Isabella questionou publicamente o resultado das eleições municipais em São Paulo, afirmando que a candidata mais votada não seria uma mulher. A declaração motivou ações judiciais por parte da deputada, sob acusação de transfobia. No entanto, o processo foi arquivado pela Justiça Federal em 2025, entendimento posteriormente mantido pelo Supremo Tribunal Federal. À época, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, opinou que as falas da ativista estavam protegidas pelo direito à livre manifestação de pensamento.
A controvérsia voltou ao debate público após nova entrevista concedida por Erika Hilton, na qual reafirmou que manifestações como as de Isabella configurariam crime, comparando crenças individuais a ideologias historicamente condenadas. Em resposta, a influenciadora sustenta que a deputada extrapolou os limites da função pública ao fazer acusações e associações graves, utilizando sua visibilidade para constranger opiniões divergentes. O caso agora segue sob análise do Judiciário paulista.
Matéria formulada sob a supervisão de Wesley Rodrigues da Silva DRT: 0002089/ms
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