
A presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Cármen Lúcia, anunciou que deixará o comando da Corte antes do fim do seu mandato. A decisão, segundo ela, tem como objetivo garantir uma transição mais estruturada e dar ao sucessor tempo suficiente para conduzir os preparativos das eleições de 2026 com estabilidade e previsibilidade.
Pelo calendário original, a ministra permaneceria no cargo até o início de junho, o que reduziria o período de adaptação da nova gestão a cerca de três meses antes do pleito. Ao antecipar sua saída, Cármen Lúcia defendeu que o processo eleitoral exige planejamento rigoroso, sem improvisos ou pressa, a fim de assegurar transparência e segurança ao sistema.
A magistrada também citou o acúmulo de funções entre o TSE e o Supremo Tribunal Federal (STF) como um dos fatores para a decisão, indicando que pretende concentrar esforços na atuação na Suprema Corte. Com a mudança, o atual vice-presidente, ministro Nunes Marques, assumirá a presidência do TSE, enquanto André Mendonça ocupará a vice-presidência. A eleição da nova mesa diretora foi marcada para o dia 14 de abril, seguindo o rito tradicional da Corte, que privilegia a antiguidade entre os ministros.
Matéria formulada sob a supervisão de Wesley Rodrigues da Silva DRT: 0002089/ms
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